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14 de novembro de 2014 por bossolon

Campinas. Dia 13/11/2014

Caro diário. Permita que eu me apresente Sou Dário. Um estudante do segundo ano de direito da Puc-Campinas. Tenho 23 anos. Sou de São Paulo, mas atualmente vivo em Campinas por causa da faculdade. Trabalho em um escritório no centro da cidade.

Não sou acostumado a escrever em diários. Contudo. Resolvi tomar esse costume hoje. O motivo? Quero deixar um registro do que pode ocorrer daqui em diante. Tudo por causa do que ocorreu hoje.

O dia começou normal. Acordei às 6:00 com o toque do meu celular. Uma das musicas que vem nos smartphones hoje em dia que tem sons de passaros e natureza. Preciso mudar esse toque qualquer dia.

Me arrumei e passei os ultimos minutos antes de sair de casa no facebook. Haviam diversas postagens sobre zumbis. Evitei vê-las. Não tenho medo, mas veja bem… recentemente comeºou a nova temporada de “The walking dead” e eu não quero receber nenhum spoiler. Penso agora que deveria ter visto antes.

Por distração, sai de casa às 7:50 de moto até o centro da cidade. Trabalho em um escritório na Generall osório, no quinto andar. Mas estaciono minha moto num estacionamento na rua ao lado, Regente Feijó. Peguei o elevador após cumprimentar o porteiro que me questionou se iriamso realmente trabalhar hoje.

_ Por que? Tem algo hoje?

_ Parece que tá tendo um surto ai, não sei. _ Respondeu o velho Sr. Osvaldo.

_ Não sei de nada.

Segui então para o elevador. Minha surpresa foi que, ao chegar na sala encontrei apenas Fabricia e Mateus no escritório. Imaginei que haveria mais pessoas, já que eu estava atrasado.

_ Pra onde foi todo mundo?

_ Ninguém veio. Por causa desse surto _ Respondeu Fabricia.

_ Mas que surto é esse?

_ Você não viu nenhum noticiário não? Nem da pra acreditar cara! Zumbis!

Olhei sério pro Mateus depois que ele disse isso. O garoto era um nerd otaku viciado. Adorava essas coisas de anime, games e zumbis.

_ È verdade, Dário Olha na internet. _ Disse Fabricia já percebendo minha incredibilidade

Fui até um dos computadores que estava ligado e com a noticia estampada:

Ataques de zumbis surgem por toda parte”

Não acreditei. Aquilo era memso verdade? Como assim? Isso não era só na ficção?

_ Cara…. E agora?

_Estão dizendo para ficarmos onde estamos e não sair _ Respondeu Mateus _ Mas a Fabricia não da ouvidos!

_ Eu tenho um filho de 6 anos em casa!

_ Ele vai ficar bem se a casa estiver trancada! Você falou com ele por telefone!

_ Mas eu preciso ir la pra proteger ele!

_ Calma aí Fabricia! _ Interrompi o diálogo dos dois _ Você não pode sair correndo assim! É perigoso!

_ Mas eu preciso chegar até meu filho!

_ Ta, mas não desse jeito! Se acalme!

Fabricia estava mesmo desesperada e afobada. Se saisse de qualquer jeito iria acabar morrendo por aí. A mulher sempre foi meio arrogante e prepotente. Afinal, ela, aos 32 anos era assistente financeira e só não ganhava mais que o gerente.

_ Olha só _ Tentei argumentar. _ Eu vou com você, tá? A gente se prepara e vamos!

_ Eu não preciso de você!

_ A gente tem que se ajudar caramba! Eu vou te ajudar! Ta bom!

_ Olha, não é uma boa ideia sair. _ Defendeu Mateus ajeitando seu óculos em seu rosto fino e cheio de sardas _ Acreditem em mim! Eu leio sobre isso a minha vida toda! O melhor é

_ Dane-se o que é melhor! É meu filho!

_Regra numero 1 de um apocalipse zumbi! É um erro correr atrás de seus entes queridos preciptadamente!

_ Chega, Mateus! _ Gritei _ Para com essas nerdizes! A gente vai até a casa da Fabricia e pegamos o filho dela!

_ E você? _ Perguntou Fabricia. _ Não vai atrás da sua família?

_ Minha família vive em São Paulo, lembra? Eu vou ligar pra eles e ver se estão bem.

Fui até a outra sal onde liguei pra minha família. Tive que tentar algumas vezes, já que as linhas estavam cngestionadas. Até que minha mãe atendeu. Aparentemente estavam bem. Meus pais se trancaram em casa.

Eu, Fabricia e Mateus (que decidiu vir conosco) arrumamos algumas coisas. Peguei minha mochila onde estavam meu livro e meu caderno da faculdade, uma garrafa de água e a tesoura mais afiada, por precaução. Concordamos em descer pela escada, já que Mateus disse que pode abrir o elevador e dar de cara com um zumbi.

As ruas já estavam movimentadas. Seguimos para o estacionamento. Concordamos em ir com o carro da Fabricia. Minha moto não era muito segura e não cabia nós três. Entramos em seu Punto branco. Fabricia saiu em disparada rumo ao Taquaral, onde Fabricia morava. No caminho chegamos a ver alguns zumbis. Pareciam memso com o que viamso na TV. A pele palida, feridas eplo corpo e os olhos amarelads.

Apesar disso, tomamos vias com pouco conjestionamento. Fomos por dentro dos bairros ao invés de irmos pelas vias principais. A casa de Fabricia ficava bem próximo ao parque Portugal em Campinas. Dava pra vc-lo no fim da esquina. Quanto à casa, era bem segura, até. Muros altos, portão fechado e cerca elétrica sobre o muro.

Fabricia abriu o protão com o aparelho remoto, o que fez um barulho, atraindo um zumbi próximo. Por sorte era só um. Mas o zumbi passou pelo portão antes que esse se fechasse. Finalmente tive minha oportunidade de ouro. Sai do carro com a tesoura na mão e enfiquei-a na testa da criatura. Como nos filmes, ela caiu na hora.

Foi intenso e assustador ao mesmo tempo. Mateus e Fabricia me olharam com olhos esbugalhados. Deposi sorrimos porque conseguimos. O filho de Patricia, Miguel, de 7 anos com cabelos castanhos e lisos como os da mãe abriu a porta e correu em diração à mãe, seguido da babá que ficou parada na porta. Uma senhora de aproximadamente 50 anos morena e baixa.

Tentei tirar a tesoura da cabeça do zumbi, mas estava muito funda. Fabricia nos mandou jogá-lo fora (mandona como sempre). Eu e Mateus cuidamos de deixá-lo do lado de fora dos muros.

Concordamso de ficar na casa de Fabricia até que as coisas se acalmem e pensemos num plano. Passamos o dia com a TV e os computadores ligados em busca de informações. Fabricia tinha bastante comida, par anossa sorte. Pudemos fazer uma boa refeição.

A casa de Fabricia era bem confortável. Estav cheia de equipamentos de exercícios. Não é a toa que a mulher tem um belo corpo aos 32 anos. Achei que seria boa ideia usar alguns, agora que estamos no apoclipse condicionamento fisico conta, não é.

Durante a noite evitamos ligar muitas luzes. Eu e Mateus dormimos na sala enquanto a empregada dormiu no quarto do Miguel. A criança dormiu com a mãe.

Por isso, resolvi que, pouco antes de dormir anotaria no meu caderno ( que quase nem tenho usado na faculdade) um diário de sobrevivência. Espero que esse diário dure muito tempo.

Boa noite.

Fim do dia:

Grupo:

  • Fabricia (32)

  • Mateus (20)

  • Miguel (7)

  • Olga (56)

Inventário:

result

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