4º Dia

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17 de novembro de 2014 por bossolon

Campinas. 16/11/2014

Caro Diário. Não sei bem o que escrever hoje. Talvez serei breve. Não sei se já estou me acostumando com mortos a minha volta , mas tudo parece ser normal já… E não faz nem uma semana que tudo começou. Acabaram as bolachas que eu peguei na casa da Fabricia.

Mateus tem estado meio calado. Acho que não foi fácil pra ele ver tuda sua família, em especial sua sobrinha daquele jeito. Consegui falar com meus pais pela manhã. O exército ainda não foi até a casa deles. Eles fecharam as entradas. Estavam com a família de André. Tinham bastante mantimentos pra durar por alguns dias.

Fui falar novamente com o sargento. Mas ainda negam meu pedido para partir para São Paulo. Ao invés disso nos deu mais trabalho. O Sargento nos mandou novamente ir buscar mantimentos nas lojas próximas. Dessa vez ele especificou que deveria ser próxima. Acho que sabia o que tinhamos feito.

Antes de sair da sala ele me chamou em particular. Pensei que seria alguma novidade sobbre São Paulo, mas ao invés disso me pediu pra trazer um maço de cigarros escondido. Estou começando a achar todos nessa base uns babacas. Robson, que é nosso superior, só quer saber da Suzi e mal nos da atenção.

Bem… uma coisa achei bacana. Eles estão começando a treinar as pessoas. Em tiro, força, corrida… Não sei se é para a sobrevivencia delas ou para serem mais capacitadas pela mão de obra.

Olga e Suzi tomam conta das crianças. Na maioria das vezes é Olga, Suzi…. só esta ali pelo trabalho fácil. Fabricia tem ajudado na distribuição dos recursos. Pelo menso ela está perto do filho.

No almoço, sempre comemos juntos e podemos conhecer um pouco mais de cada um. Fabricia pegou o marido a traindo há 4 anos. Eles se divorciaram e um tempo depois ele foi morar no litoral. Sempre enviava a pensão corretamente e uma vez por mês visitava Miguel.

Victor é o irmão mais novo de gabriel (aquele com sindrome de Down). Durante a vida toda, a família se dedicava pra cuidar de Gabrieu. Quando começou o apocalipse, Victor não estava em casa. Mas quando chegou encontrou os pais transformados. Um deles o atacou, mas Victor acabou sendo salvo pelo irmão. Victor trancou o rimão no quarto para que não o visse pndo um fim nos pais. Até hoje Gabrieu acredita que eles estão dormindo e logo se juntará a nós.

Mateus não tem falado muito. Mas pelo pouco que diz, ele era padrinho de sua sobrinha e a amava muito. Ele vivia fazendo planos par ao apocalipse.

_ Ah! É mesmo! _Disse subtamente _ Precisamos voltar la… esqueci que tenho uma espada no meu quarto. Pode ser util.

Suzi morava com os pais e irmão na casa onde a resgatamos. Ela estudava Direito também. Mas estava no primeiro ano. Ela nunca esteve muito a fim. Só prestou porque seus pais queriam.

Creio que de todos, Robson era o que menos eu tinha intimidade. E também o que menos gostava. Ele vivia nos tratando como inferiores. Cantando vantagem e, quando pediamso ajuda, ele sempre nos dizia estar ocupado demais. Era um babaca.

Quando saimos para pegar os mantimentos, como me foi ordenado, aproveitamos pra pegar escondido algumas garrafas de cerveja. Bem.. já que eu estava levando cigarros para o sargento, por que não pegar algo pra nós também? Na verdade isso foi ideia de André. Estavamos apenas eu, André e Victor. Gabrieu não tinha condições e Mateus precisava de um tempo.

Ao chegar na escola de cadetes, entreguei os mantimentos pra Fabricia, que estava responsável por dividi-los. Ela estava bem mais simpática comigo. O que me surpreendeu, já que ela estava naqueles dias. Acho que foi porque fiz aquele favor pra ela.

Entreguei escondido os cigarros para o sargento, e também uma garrafa de cerveja, já que ele percebeu que tinhamos algumas. Aquele velho era fácil de corromper. Ou, talvez seja porque no mundo que vivemos agora, uma garrafa de cerveja pod evaler muito mais que dinheiro.

A tarde descobri por que Adnré pediu bebidas. Era para comemorar. Ele me chamou, a mim e à Camila.

_Queremos pedir uma coisa pra você! Achoq ue é uma ideia muito louca, mas…

_ O que é?

_ Eu e Camila queremos que seja padrinho do nosso casamento.

Bem… aquilo era loucura. Ta certo, que eu seria seu padrinho, somos muito amigos. Mas estavamos no meio de um apocalipse zumbi. Seria melhor esperar tudo passar… ou não. Foi quando me dei conta do que estavam dizendo.

_ Bem.. o mundo acabou. Iamos esperar até o fim da faculdade, mas… A faculdade acabou junto com o mundo. Então pensamos… Podiamos nos casar logo!

Quando contamos par ao Sargento, para pedir permissão, surpreendentemente, ele apoiou. Disse que isso ajudaria a manter a esperança no coração das pessoas. Assim, tpodiamos começar os preparativos amanhã.

Fabricia deu a ideia de limparmos e protegermos a catedral Na Imperatriz Leopoldina, perto do Taquaral. Era grande e seria perfeita. Ah. Como não tinhamos muitas opções, Fabricia se tornou madrinha. Ela e Camila ficaram próximas, já que passavam o dia todo juntas trabalhando. Olga e Mateus também seriam padrinhso e madrinhas. Mesmo não sendo padrinho, Victor concordou em ajudar.

Pela noite, vamos beber pra comemorar. Achei melhor escrever antes de beber demais. Não quero escrever besteiras demais aqui.

Fim do dia 4

Grupo:

  • André (23)

  • Camila (21)

  • Mateus (20)

  • Fabricia (32)

  • Miguel (7)

  • Olga(56)

  • Suzi (20)

  • Robson (25)

  • Victor (21)

  • Gabrieu (24)

  • E cerca de 1000 pessoas

Inventário:

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