26º Dia: Um trabalho em troca de remédios.

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8 de dezembro de 2014 por bossolon

Campinas. Dia 08/12/2014

Caro diário. Hoje pela manhã nos arrumamos para ir ao hospital. Saimos eu, Victor, Jim, Nolan e Laiza. Laiza entende um pouco de medicina. Então ela poderia encontrar os remédios certos. Apanhamos alguns rifles de assalto, uns silenciadores e partimos.

Tentamos os hospitais próximos, mas os dois únicos que conheciamos em Souzas estavam destruidos e saqueados. Se seguirmos pela avenida chegariamos aos hospitais no centro da cidade. Mas passar pelo centro era suicídio. Apesar de querermos evitar hospitais grandes, foi no hospital da unidade 2 da Puc, na Av. John Boyd que encontramos mais calmo.

De inicio achamos estranho, mas então paramos o caminhão ali próximo à entrada. Com armas à mão fomos lentamente até a entrada. Estava bloqueada por dentro. Precisávamos dar um jeito de passar. Tentamos forçar, mas era muito pesada. Eue stava com medo do que pudesse estar lá dentro. Mas menos de um minuto depois um guarda saiu de trás do hospital vindo ao nosso encontro com a arma em mãos.

_ Abaixem as armas! _ Disse o policial.

_ Acho que você esta em menor numero aqui _ Disse victor

_ É mas acho que são vocês que precisam de medicamentos.

_ Nós não queremos nenhum problema _ Eu disse abaixando minha arma_ Temos um homem ferido e precisamos de medicamentos para pessoas com Down que precisa de medicamentos especificos.

O policial aceitou nos deixar entrar desde que deixemos as armas no caminhão. Demos a volta no hospital e entramos por uma porta no lado direito do hospital. Hospital estava cheio de gente ferida e doaente. Alguns pelo corredor e as salas bem lotadas. O Seguimos até uma sala onde havia uma mulher com cabelo amarrado em coque e roupas brancas. Nitidamente uma médica.

_ Então? O que querem esses?

_ Vieram atrás de medicamentos. Um homem ferido e um outro com Down. _ Respondeu o guarda

_ Ele está doente? _ Disse a medica virando-se para mim

_ O que? _ Perguntei

_ O que tem sindrome de Down

_ Não… _ Respondi olhando para Victor _ Bem.. ele tem down.

_ Se não está doente não precisa de emdicamentos.

_ Ele vem tomando um… eu não sei o nome.. mas este é o frasco. _ Disse Victor estendendo um frasco.

A médica olhou atentamente para o frasco.

_ Temos esses frascos. Mas estão na outra ala. E la está dominado por zumbis. Sinto muito.

_ Nós entramos _ Disse victor. _ Podemos ir la e pegar nós mesmo. Só nos diga onde é.

_ Não vou deixar fazerem isso. Esta muito cheio! Além do mais, por que dairamos remédios para vocês? Aqui todos ajudamos!

_ Ok… _ Falou nolan _ Aqui todos ajudam. Que tal isso: Nós entramos. Limpamos a ala até o local do sremédios. Vocês ficam com uma ala maior, acessoa os remédios e equipamentos de la e n´so podemos levar algusnremédios.

_Você parece estar com pouco espaço aqui _ completou Laiza _ E pouco equipamento.

_ Uma troca de favores_ Concluiu Jim _ Nós te ajudamos e vocês nos ajudam. Um trabalho em troca de remédios.

A médica parou e pensou por um tempo.

_ Ok… Mas se algum zumbi sequer vier pra ca eu quero todos fora! Principalmente se for aquele com sangue?

_ Com sangue? Tem um blooder aqui? _Perguntei

_ Um o que?

_ Um blooder. Um com sangue em torno dos olhos. Apenas morde a vitma e não devora.

_ Ele foi o primeiro a se transformar aqui_ Disse a médica. _ No inicio de tudo isso vieram várias pessoas mordidas e feridas. Teve um homem suando muito com algumas mordidas pelo corpo. Deitamso ele na maca mas ele começou a ter convulsões. Começou a ter sangramentos pelos olhos, nariz e orelhas. Logo depois que as convulsões pararam ele levantou e mordeu as enfermeiras que o seguravam. Então tudo começou a virar um caos. Conseguimos fazer essas barricadas e nos proteger junto com alguns doentes. A medida que alguém morria lançavamos para fora.

_ Teremos que tomar cuidado com esse blooder _ Disse Nolan. _ Jim e Laiza, voltem para a fazenda e avisem o Derek que passaremos um tempo aqui. Se puder mandar reforços melhor. Mas vamos começar a limpar.

_ Tragam os feridos e pessoas com Down também! Nós podemos cuidar deles _ Disse a médica.

Jim e Laiza fizeram como Nolna mandou. Nós aproveitamos para comer, já que estava quase no meio dia. Enquanto comiamos pudemos observar um pouco a situação do hospital. Haviam muitas pessoas doentes, mas ninguém parecia ter sido mordido. Provavelmente os mordidos já estavam mortos.

A médica que nos atendeu é a chefe do hospital. Seu nome é Catarina. E o segurança é Osvaldo. Há algumas enfermeiras que ficam andando pelos corredores ajudando os doentes. Até os doentes estão se ajudando.

Depois do almoço nos preparamos para entrar. Mas pouco antes de irmos para a parte infestada Laiza voltou com o caminhão. Trouxe junto Thonny. Ele trouxe alguns walkie talkies. Um ficou com Catarina e os outros ficaram com nosso grupo. Gabriel e Michael veio com eles. As enfermeiras cuidariam deles enquanto entrávamos. Dois homens da segurança, Roberto e Jonas também iriam conosco.

Depois de estarmos prontos entramos. Novamente dei graças a Deus pelos silenciadores. Tivemos que aitrar nos zumbis que já vinham correndo em nossa direção asism que abrimos as portas.

Seguimos pelos corredores matando o maior numero de zumbis possíveis. A ala onde estavam os remédios para Gabriel é bem longe. Temos que limpar os corredores até ela e fechar os corredores que o cruzam. Além das salas no caminho.

Isso será muito trabalho. Pensei que poderia ser melhor invadir outro hospital, mas não poderiamos deixar essas pessoas pra trás. Passamos boa parte da tarde e mal conseguimos andar muito. Fora que tinhamos que amontoar os corpos toda vez que matavamos um aleva, para não correr o risco de achar que um estava morto e não estiver.

Antes do sol se por voltamos para a ala segura e fechamos a porta novamente. Gabriel parecia estar se dando bem com as enfermeiras e os médicos. Ele se divertia pintando em um bloco de notas enquanto uma jovem enfermeira negra com cabelos cacheados lhe dava atenção, cujo nome é Beatriz. Quando viu Victor, Gabriel foi ao seu encontro contar que fez amigos.

Jantamos e ajudamos a cuidar de alguns doentes. Tudo à luz de velas ou de lanternas. Com a falta de energia muitos mal conseguiam respirar, então tinham que bombear o ar para seus pulmões manualmente.

Não queriamso nos intrometer no trabalho dos médicos e enfermeiras ali, mas estava claro que muitos ali não iriam durar muito. Sem equipamentos e falta de pessoal, logo um a um iria morrer. Thonny tentou esplicar isso à Catarina

_ Bem.. se vocês se apressarem com a nova ala, talves eles durem por muito mais tempo!

Vamos passar a noite no hospital. E eu realmente estou com medo do que há por vir. Saber que tem um blooder e alguns corredores la dentro me assusta. Mas preciso fazer isso pelo Victor e pelo Gabriel. E não posso deixar essa gente para trás.

Thonny disse que podemos terminar em um dia. Mas que será perigoso e arriscado.

Fim do dia 26

Grupo:

  • Thonny

  • Nolan

  • Victor

  • Gabriel

  • Laiza

  • Catarina

  • Osvaldo

  • Roberto

  • Jonas

  • Beatriz

Inventário:

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